Na quarentena: Solteiros brasileiros acham flerte interessante e divertido, revela pesquisa

quarta-feira, maio 20, 2020



Bate-papo sobre coronavírus domina conversas em apps de relacionamento. Assuntos como "isolamento" e "pandemia" estão entre os mais comentados pelos solteiros, revela a pesquisa do The Inner Circle


Para os solteiros em outras partes do mundo paquerar durante o isolamento social pode não fazer sentido, considerando que as possibilidades de encontro durante a pandemia são bem menos prováveis. No entanto, os brasileiros vêm achando a experiência do flerte interessante (26%) e divertida (24%) nesse período de distanciamento, segundo revela pesquisa realizada pelo The Inner Circle.

O estudo O Cenário dos Encontros analisou profundamente como as pessoas solteiras estão se sentindo e se comportando enquanto navegam neste novo território das paqueras, e apontou que, mesmo à distância, homens e mulheres continuam otimistas e animados quando o assunto é a busca por um amor.

Apesar dos assuntos referentes ao “isolamento" (639%), "pandemia" (221%) e "distanciamento social" (158%) terem aumentado em menções, os solteiros querem mesmo é saber de festejar. Os termos sobre “festa em casa” aumentaram em impressionantes 4208%, conforme o levantamento do The Inner Circle. Mas o passatempo favorito durante a quarentena é a Netflix, que teve crescimento de 110% em menções.

As conversas por mensagens de texto ainda dominam na hora da sedução, tendo os chats dos aplicativos de relacionamento (65%) e o WhatsApp (56%) como principais ferramentas. Porém, os brasileiros também têm utilizado as chamadas de vídeo (44%) e as ligações telefônicas (30%) para estreitar os relacionamentos.

Solteiros buscam relacionamentos mais íntimos

Sem a possibilidade de contato humano imediato e com um foco renovado em conversar, três em cada cinco (76%) solteiros brasileiros acreditam que a Covid-19 fez as pessoas se preocuparem mais em encontrar uma conexão e quase a metade (46%) acha que isso ajudou a combater o mau comportamento nos encontros.

Já 46% das mulheres entrevistadas revelaram que, com o relacionamento online, não há pressão para que o encontro aconteça logo, o que lhes dá mais tempo para criar intimidade com as suas paqueras. Graças a isso, homens (36%) e mulheres (40%) afirmaram que agora têm conversas mais significativas, e acreditam que as pessoas estão, em geral, mais simpáticas (27%).

Prova de que os novos encontros virtuais estão realmente sendo levados a sério é que dois em cada cinco (42%) solteiros estão otimistas que é possível encontrar um parceiro de longo prazo durante a crise, apesar de o ânimo ser maior entre os mais jovens. Entre as pessoas de 18 a 34 anos, 33% admitiram que é provável, mesmo que pouco, que sejam criados vínculos com uma match durante a quarentena.

Eles também estão mais carentes com a solidão e disseram que a pandemia fez com que quisessem mais um parceiro(a) do que queriam anteriormente (35%). Já entre os brasileiros mais maduros, a expectativa de encontrar um amor verdadeiro é um pouco menor, 26% entre 34-54 anos e 22% para quem tem mais de 55 anos.

Nesse processo, o fundador e CEO do The Inner Circle, David Vermeulen, destaca que a tecnologia pode ser a aliada dos futuros casais nesses tempos de pandemia. "Os brasileiros costumam ser mais abertos a paquera e nosso estudo provou que eles continuam com o mesmo sentimento, mesmo durante a quarentena. A tecnologia é uma importante aliada neste momento e pode ajudar os solteiros a se conectar de verdade e encontrar um amor enquanto ainda estão em casa", comenta David.

O Cenário dos Encontros

O estudo foi realizado pela Opinium, em nome do The Inner Circle - aplicativo de relacionamento global. Uma pesquisa online foi realizada entre 8 de abril de 2020 e 14 de abril de 2020. Os entrevistados incluíram 1.005 adultos brasileiros, solteiros e abertos a um relacionamento.

A ferramenta foi fundada em 2012 em Amsterdã (Holanda) e já conta com mais de 2 milhões de membros. Mais de 10 mil casais já se conectaram por meio do app, que chegou ao Brasil em 2019.


Colaboração da CM Comunicação Corporativa

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